terça-feira, 23 de setembro de 2008

Quando os amigos saem de cena

Por norma reago bem às despedidas, sejam elas temporárias -quando alguém se ausenta durante um tempo- ou definitivas -quando alguém próximo falece- mas há algumas situações que me tocam particularmente e me deixam emocionado e algo infeliz. Curiosamente por estes dias esta dificuldade de lidar bem com uma despedida está a acontecer novamente.
A saída de Joana Dias do Curto Circuito é, a meu ver, permatura.  A decisão obviamente cabe a quem manda, mas depois de um ano e nove meses a Joana estava a gerar consenso, a criar uma empatia positiva com o público e a agarrar o seu lugar atrás na mítica bancada, poderia eventualmente ficar mais algum tempo.  Felizmente os lugares no CC não são eternos e a saída da Joana tem data marcada há já um mês e tal, a próxima 5ªfeira, dia 25/09.  Vamos todos tornar-lhe esse programa especial, mesmo das formas mais imprevisíveis, e agradecer a sua colaboração conosco.

O Curto Circuito já teve uns 20 apresentadores, mas a Joana será sempre muito especial, gosto mesmo muito dela, foi uma das pessoas com quem sempre simpatizei mais e que tenho o prazer de ser amigo. Teve, a meu ver, um trabalho muito positivo no CC, empenhou-se, estudou, aprendeu, respeitou o público, escreveu-lhes, soube falar com eles e soube fazer o seu papel sabiamente.
Cruzou-se conosco em 2003 no CC Casting. Não ganhou, mas não desistiu. Foi para a SIC Mulher e em Janeiro de 2007 o destino trouxe-a até nós, esteve por cá um ano e nove meses, agora só lhe posso desejar boa sorte e tentar ajudar no que possa.

Mas este post também pode servir para uma nota sobre o Alvim, a outra pessoa que me custou ver saír do programa. Ele foi durante 5 anos a cara da rebeldia do Curto Circuito e os nossos momentos de diversão (e também de conflito) foram tantos e tão ricos que a sua saída me custou um bocado. Na altura, para a saudosa revista Megascore, dediquei-lhe a nossa página de publicidade desse mês, a mesma que aqui está no post.  

1 comentário:

Carlos Pereira disse...

A Joana Dias não atinge, nem de perto, os requisitos mínimos que um comunicador social deve atingir. De humor medíocre e postura física errática, sem qualquer iniciativa própria nas escolhas de sintaxe que usa e necessidade de acompanhamento "extra-plateau", a Joana, minha opinião, provou o que a vulgaridade banal por aí mais prova, sem o querer fazer: Ser o que a televisão portuguesa não-precisa.

Cumprimentos,
Carlos Pereira

P.S - Passa pelo meu blog e critica algo, se tiveres ousadia e fair-play.