Porque é que Portugal, um estado laico, embora maioritariamente católico, continua a fazer depender uma série de decisões politicas e económicas sobre o fim de feriados, da decisão da igreja católica de Roma?
Não faz sentido esta vassalagem, demasiado exagerada, face a um estado que não é mais nem menos do que Portugal.
"Os suportes da comunicação e as tecnologias são determinantes na mensagem: os conteúdos modificam-se em função dos meios que os veiculam" (Marshall McLuhan).
Este blog é o um meio pessoal de ver alguns aspectos da Aldeia Global.
sábado, 17 de março de 2012
Perguntar não ofende
Estado, privados e o equilíbrio de forças.
No que diz respeito à posse, por parte do estado, de empresas e tarefas que cabem naturalmente ao âmbito privado não tenho grandes duvidas que sou mais liberal do que o partido onde milito. O estado deve ser mais pequeno, ter tarefas bem definidas no ambito da saúde básica, da educação, da justiça e da autoridade. O resto deve funcionar no âmbito das relações privadas, embora o estado deva ter o papel de regulador, com forte actuação para evitar desvios.
Isto tudo para falar da perda de soberania que temos vindo a assistir no âmbito de algumas privatizações. Casos da Ren e da Edp que foram vendidos, em parte, a entidades chinesas e Omã.
Não é tanto a venda que nos deve preocupar, embora seja a venda de alguns bens essenciais a estados terceiros, mas sim a forma como o estado, através dos reguladores pode intervir em eventuais abusos que possam vir a existir.
O recente caso da demissão do Sec.Estado da Energia, eventualmente em "guerra" com operadores como a Edp, faz-nos pensar se as forças não estarão algo invertidas.
Deveríamos estar mais descansados, do que estamos realmente, sobre a soberania do estado face aos agentes económicos. A ideia que fica deste caso é que o Golias aqui é a operadora e não o estado.
Maus sinais para o futuro, numa altura em que nos preparamos para vender mais algumas entidades de âmbito público.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Líderes do Facebook
A componente social e de contacto que o Facebook permite a marcas e personalidades também é uma vantagem. O Facebook tornou-se um meio de comunicação em si mesmo e disso não restam dúvidas.
Assim sendo, não é surpreendente que também os políticos nacionais usem o Facebook, uns com mais regularidade, outros com mais sentido. Cavaco Silva, o nosso inanarrável presidente tem 144.000 seguidores, Pedro Passos Coelho o primeiro ministro tem 4.333, António José Seguro o líder do PS tem 14.343 e Paulo Portas líder do partido da coligação de governo tem 39.150 seguidores.
Uns mais outros menos, a verdade é que um post no Facebook chega a muitas pessoas num instante, que podem partilhar esse post, aumentando assim a amplitude da mensagem.
Tudo isto seria normal não fossem os políticos usar, no meu entender, o Facebook de forma algo desconexa.
Cavaco Silva dá impressão de falar mais vezes através do seu perfil de Facebook do que efectivamente aos cidadãos e agora é o líder do PS que responde ao líder de governo através da sua página de Facebook.
A notícia é esta e mostra como as modas podem ser levadas ao exagero (digo eu...). Dá a impressão que algum exagero dos nossos políticos começa a fazer deles políticos virtuais
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Tal como esperado...
A verdade é que sabíamos que sucessivos cortes, acertos, dívidas e re-estruturações nos levariam a isto. É impossível ter austeridade e crescimento em simultâneo.
O importante agora é perceber a evolução das coisas. Estamos muito dependentes da evolução externa, dos mercados para onde possamos exportar e com quem possamos fazer negócios. As exportações subiram um pouco, mas isso pouco se reflecte onde quer que seja, dado o clima de austeridade permanente em que vivemos.
Muitas das medidas do governo são absolutamente acertadas, outras são de questionável justiça/sentido, mas a verdade é que alguém tem de fazer o "trabalho sujo" e tenho alguma esperança que algumas das medidas tomadas (e dos hábitos sociais subjacentes) possam servir para ganharmos fôlego no futuro.
Agora importa questionar como dar a volta a isto. Com o consumo de tudo e mais alguma coisa a baixar, não será pela procura interna só por si só. Com o desemprego a aumentar o estado acaba por ter mais despesas sociais e vê reduzir as receitas, pelo que, ao contrário do desejo do actual governo, são necessárias medidas que incentivem o emprego e a criação de empresas e desenvolvimento de ideias.
Mesmo que tal represente um custo para o estado, é naturalmente necessário injectar algum dinheiro na economia para com isso tentar mexer a máquina no sentido contrário do actual.
Tem custos, mas pode gerar receitas e fazer diminuir despesa.
Outra área onde o governo poderia apostar tem a ver com a rehabilitação urbana. Temos já casas que chegam e sobram, em termos de construção pura, mas temos igualmente cidades, edifícios e estruturas a necessitar de serem renovadas e serem colocadas no mercado, dinamizando assim o mercado da habitação pela via da oferta. Temos também muito poucas obras públicas a correr neste momento e, por conseguinte, muita mão de obra que poderia ser absorvida.
Juntando estes dois factos tinhamos aqui uma janela de oportunidade, mas não parece ser esse um dos caminhos do governo.
Depois há a mensagem, que não deixa de ser firme mas negativa, não no sentido de ser má, mas no sentido de não deixar vislumbrar qualquer mudança deste momento em que nos encontramos.
Muito do que pudermos fazer agora, independentemente de quem seja o governo, terá reflexos no futuro e a verdade é que não havendo futuro muitos dos sacrifícios actuais deixam de fazer sentido.
Seja pelo alargamento do prazo de pagamento do empréstimo da Troika, seja por alguma flexibilização das metas definidas, a verdade é que tem de haver um pouco de espaço para crescer e deixar evoluir a economia, caso contrário "matamos" as pessoas e a possibilidade de crescer o que quer que seja.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Fim das tarifas reguladas de electricidade
Ui Ui. THE NEXT BIG thing..
Mercados liberalizados e Portugal são duas coisas que (não sei bem
porquê) me fazem lembrar a liberalização dos combustíveis há uns
anos.... Na altura pagava 0,72€/l de gasoleo agora é o que se sabe.
Estive a ler o artigo e achei particularmente confuso. Trocas de operador a qualquer altura, períodos de liberalização a dois tempos para quem tem mais ou menos potência contratada e uma promessa (falsa ?) de que o mercado liberalizado será mais competitivo....
Confesso que é de me deixar desconfiado.
Com o défice energético que aparentemente temos, desde há uns anos, e com a dependência -ainda forte- do exterior a nível energético e de combustível, quer-me parecer que ainda vai ser mais complicado, num futuro de 2 a 3 anos, "ligar o aquecedor".
Artigo do Diário Económico: http://economico.sapo.pt/noticias/o-que-significa-o-fim-das-tarifas-reguladas-na-energia_137616.html
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Para que serve um Instituto de Emprego ?
Dizia que o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) através dos seus Centros de Emprego, fazem uma média de 2 colocações por dia, ou seja, sendo 90 os centros de emprego a nível nacional, dá uma média de 5000 colocados por mês.
Bem sei que o encontrar de empregos não é a única função dos Centros de Emprego, mas ainda assim esta situação é de algum modo inexplicável, mais ainda quando tenho uma situação pessoal, neste preciso momento, que dá força a este mau número.
Link da notícia do jornal i: http://www.ionline.pt/portugal/centros-emprego-fazem-duas-colocacoes-dia
No domingo passado acedi ao site www.netemprego.gov.pt e coloquei na área de entidade da minha empresa, uma oferta de emprego, ou melhor, de procura de pessoas com mais de 30 anos, desempregadas há 12 ou mais meses e com formação em Auxiliar de Educação nos últimos 3 anos.
Tendo um estágio profissional aprovado, gostaria de tentar encontrar pessoas nessas condições no sentido de poder efectuar as entrevistas e escolher a pessoa.
Já tenho usado outros estágios profissionais nestes três anos de actividade e tenho uma empregabilidade de 70% dos mesmos.
São uma boa opção para pessoas em reconversão de carreiras e uma boa forma de poder avaliar o trabalho das pessoas antes de um contrato de trabalho efectivo.
Note-se que o domingo passado foi dia 29 de Janeiro.
Hoje é dia 3 de Fevereiro, 6ªfeira.
Passaram 5 dias úteis.
Respostas do IEFP: nenhuma.
Nem um mail a confirmar a recepção da candidatura, nem uma validação da oferta, nem uma recusa da oferta, nada.
Ou seja, a simples situação de colocar um anúncio oferecendo um emprego/estágio (pago a uma média 600€/mensais) não é sequer atendida pelos serviços em tempo útil, ou pelo menos minimamente aceitável.
A minha pressa em encontrar a pessoa é relativa, tenho 60 dias para o fazer, mas não gosto de deixar as coisas para o último dia. Mas imagino alguém que tenha pressa em ter um, ou mais, funcionários. Perde 10 ou mais minutos preenchendo os formulários online e depois a resposta é um silêncio longo e duradouro.
A resposta dos serviços é de facto lenta, a minha oferta de emprego está "em validação" e não sei quanto mais tempo estará assim. A verdade é que passou uma semana e a entidade do estado não me conseguiu ajudar, muito menos conseguiu permitir a alguém candidatar-se a esta vaga.
Assim de facto é difícil empregarem mais de 2 pessoas por dia, por cada centro. Parece-me haver burocracia a mais e sentido prático a menos, o que gera sempre alguma desconfiança da parte de quem tem de usar o serviço.
Aliás, se se imaginar esta situação em termos de mercado e se os Centros de Emprego concorressem com outros site de emprego, muito provavelmente já tinham fechado, pois hoje em dia é facílimo colocar anúncios de emprego em dezenas de site online. Muitos deles ficam disponíveis no momento, outros (mais sensatos) como o http://www.net-empregos.com/ valida a oferta em 2h a 5h, o que me parece altamente favorável a quem precisa deste tipo serviço.
Muito se tem dito e escrito sobre o estado. Eu próprio tenho uma atitude muito crítica em relação a muitos serviços públicos pela sua falta de dinamismo, dimensão e burocracia exagerada, mas de facto, com tanto desemprego, há coisas que deveriam ser mais ágeis. Se assim fosse pode ser que as manchetes dos jornais mostrassem contas de outro rosário.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Portugal dos Coitadinhos
Portugal está metido numa crise tremenda, mas de facto "impressiona" (not!!) ao que estes 3 desgraçadinhos chegaram:
Um está preso
Outro está desaparecido
O da esquerda não ganha reforma que chegue para as despesas.....
Se não fosse trágico para a restante pouplação os negócios que andaram a fazer, até dava vontade de rir.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
O que se segue.
Este pedir de dinheiro também se coloca porque as taxas de juro a que os investidores aceitam emprestar dinheiro a Portugal subiram muito acima dos 7% e isso torna-se insustentável. Espera Portugal voltar aos mercados regulares, a juros convencionais, em 2013. Veremos...
É certo que a distribuição equitativa de riqueza em Portugal sempre foi um desígnio incumprido, mas o momento atual não deixa margem para dúvidas, quem menos tem vai sofrer muito mais com este momento da nossa sociedade. Há produtos e serviços mais caros, os bens essenciais também não são fáceis de adquirir e depois há a componente empréstimos bancários que já não se colocam. Simplesmente foram cortados, limitados, o que se queira chamar.
No meio deste panorama falta igualmente o emprego e para que ele exista tem de haver quem invista, quem arrisque com ideias e quem exporte, porque o consumo interno não é suficiente para fazer levantar isto.
Mas voltando ao início, a ajuda externa. A mesma é de 78 mil milhões de €, 12 milhões dos quais destinados á banca. Restam 66 mil milhões e parece que em poucos meses já teremos recebido metade desse valor. Sendo o programa de ajuda externa a dois anos, algo aqui não bate certo. Falta-nos ano e meio para cumprir o plano e fica toda a sensação de que o dinheiro não vai, de facto chegar.
Podem-se cortar os subsídios de férias e de Natal, podem vender-se todas as empresas da esfera pública, pode livrar-se lastro de muitas despesas e renegociar contratos, mas a verdade é que não há sinais de que tudo isso chegue.
Os mercados já começaram a sentir isso. Há uns dias, um artigo do Wall Street Journal (LINK) dizia isso mesmo e nos dias seguintes várias pessoas da área económica não se coibiram de defender idêntico pensamento (LINK).
Tudo se prepara pois para que assim seja e de nada vale ao governo defender até ao fim que vai cumprir as metas e que não deseja pedir mais dinheiro. Não é isso que vai acontecer e o dia de ontem, na minha opinião, sinalizou isso mesmo. No espaço de apenas 1h00, a taxa de juros que os investidores pedem para financiar o estado Português aumentou dramaticamente, a 5 anos a taxa passou de 21 para 23% e no prazo de 10 anos passou de 15 para 17%.
É significativo que isto aconteca no dia de uma cimeira europeia e não é inocente que aconteça poucas semanas antes da próxima avaliação externa, da chamada Troika. Pelo meio, discretamente, vão surgindo novamente as vozes que clamam pela redução da TSU e pela baixa de 20% dos salários para ganhar competitividade.
O futuro não é fácil, muitos mais sacrifícios vão ainda ser pedidos e tal situação muito provavelmente será ruinoso para a nossa base de funcionamento enquanto estado.
Para onde quer que se olhe dá ideia que a solução passa por cortar nas pessoas, mas essas já "quase só têm ossos". Começa a ser impossível.
O estado precisa de se reduzir ao essencial, mas quando o conseguir (se o conseguir) vai apanhar em cheio com a bomba relógio que se segue, as parcerias público privadas, que vão arruinar de vezes as contas do rectângulo.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Pequenas poupanças em curso IV
Poupança 4 - Reduzir nas contas mensais
Tenho Cabovisão em casa há 12 anos. Sou daqueles clientes que tinham o tarifário Top Prédio, que a Cabovisão teve nos seus primeiros anos e que consistia em pagar a televisão de 6 em 6 meses, pagando menos 20% do valor mensal. Ou seja, ao fim de um ano acabava por pagar cerca de 10 mensalidades.
Tenho 15 canais tv sintonizados, a restante oferta não me interessa absolutamente para nada, não tenho nem quero ter box, tenho internet com a velocidade mais básica que existe e tenho telefone.
Em média pago 30€ por mês (internet + telefone) e de 6 em 6 meses pagava o custo do Top Prédio para os 6 meses seguintes. Se somar os 30€ com o valor médio de um mês em Top Prédio dava á volta de 52€/mês gastos em comunicações, web e tv.
Alertado por um amigo, resolvi fazer um teste e liguei para a Cabovisão informando que queria dispensar os seus serviços, por ter tido uma proposta melhor da concorrência.
Logo fui passado a um departamento específico, onde a senhora muito cordialmente me explicou que não há interesse em perder um cliente com tantos anos, etc, etc e que tinham uma oferta á minha medida!!
(pergunto eu: se tinham esta oferta porque não fazê-la antes ? :) mas compreendo)
A oferta consiste em abandonar o Top Prédio Cabovisão e aderir a um tarifário que me garante 40 canais (inclui os que necessito), net a 10MB e 200 minutos de chamadas para rede fixa.
Tudo por 33,87€
Porreiro (pá!). Assim sendo aceitei, até porque não era de facto intenção minha abandonar este serviço da Cabovisão. Fica tudo igual, não preciso de mexer em cabos e em equipamentos e administrativamente, a partir de Fevereiro, fico a pagar menos 19€ por mês. Ou seja, até ao fim do ano, poupo em 11 meses, qualquer coisa como 209€
Mais uma poupança atingida. 2012 caminha para ser o ano do mega-emagrecimento dos custos.
Saldo previsto poupar atualmente:
Poupança 1 = 108,00€
Poupança 2 = 16,00€
Poupança 3 = 143,00€
Poupança 4 = 209,00€
Estimativa de poupança atual = 476€/ano
domingo, 29 de janeiro de 2012
Pequenas poupanças em curso III
Poupança 3 - Reduzir na preguiça
-Considerando que há 10 dias por mês em que acabo por almoçar em algum lado onde estou a trabalhar, verifiquei, com uma amostra dos meses de Novembro e Dezembro de 2011 que 3 desses dias eram momentos "de preguiça", ou seja, momentos em que podia vir direto a casa e preparar o meu próprio almoço.
-Ou seja, reduzindo o fator preguiça de uma média de 3x para 1x por mês, tenho 2 refeições a menos fora de casa por mês, ou seja, 22 em cada ano (excluo desta média 1 mês de férias)
-Considerando um custo médio de 6,50€ por refeição, estimo conseguir uma poupança anual média de 143€
É claro que tenho de gastar algo em alimentação, para o poder fazer em casa, mas uma melhor gestão de refeições pode ajudar a não gastar a totalidade do valor referido.
Saldo poupado atual:
Poupança 1 = 108,00€
Poupança 2 = 16,00€
Poupança 3 = 143,00€
Estimativa de poupança atual = 267€/ano
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
EDP esconde os tarifários ?
Nesse mesmo dia resolvi ir pesquisar o site da EDP.
Dei voltas e voltas e apesar de haver informação sobre os tarifários, é muito, muito complicado conseguir de facto chegar a algum lado onde se vejam duas coisas muito simples que permitem uma avaliação para tomada de decisão:
- qual o tatifário da edp para o bi-horário e tri-horário
- qual os horários destes tarifários.
Fiquei claramente com a sensação que a informação é colocada para não ser fácil de encontrar e, quando encontrada, não é de fácil compreensão.
Fui então á loja EDP nas Paivas. Fui atendido rapidamente e coloquei a questão. O funcionário explicou que no meu caso (bi-horário com ciclo semanal) apenas há umas variações durante a semana e entregou-me um folheto que grafica e textualmente permite perceber os dois tarifários e as diferenças entre eles.
Deste modo, simples e directo, a avaliação fica mais facilitada.
O mais curioso foi quando comentei com o funcionário que tinha andado no site da EDP a pesquisar e que não encontrei nada disto, tendo ficado com a ideia que o objectivo era não encontrar mesmo a dita informação. Nessa altura o funcionário sorriu e diz-me "pois, se calhar interessa que estejam menos á vista".
Saí de lá pensando que, de facto, apesar das boas práticas propagadas pela EDP no sentido de haver consumos de energia quando há menos pressão na rede, a verdade é que lhes interessa cada vez mais que os clientes passem para o regime não regulado.
O tarifário EDP Continente é sinal disso mesmo e os argumentos de haver descontos seduzem muita gente, que não lê as linhas todas do que assina.
Por mim vou manter o bi-horário ciclo semanal, mas preocupa-me a sensação de haver alguma vontade de não facilitar o acesso á informação.
Podem ser sinais ou impressão minha, mas de todo o modo aproveito para partilhar dos preços e horários da tarifa bi-horária e tri-horária para 2012, pode ser que ajude ou facilite a alguem o trabalho.






