domingo, 20 de maio de 2012

Ginasticar

Primeiro foram as questões médicas que levaram a Cristina ao pilates regularmente, depois vieram as normais dores físicas e depois algum bem estar. A moça está mais "fit" e o bem estar físico e as velhas dores de joelho e afins diminuiram bruscamente.
Agora falto eu seguir em frente e fazer-me ao hábito de ginasticar.
Tal foi o gosto tomado que hoje, no Parque da Paz, até foi a uma aula coletiva.


quinta-feira, 17 de maio de 2012

Sinais da Europa

Veio a crise e veio a ajuda externa.
Os gregos foram incapazes de cumprir muitas contrapartidas previstas, as dificuldades agudizaram-se, os gregos protestaram nas ruas e chegou-se à conclusão que não iam cumprir.
Novo resgate, um perdão de mais de metade da dívida inicial e nova possibilidade ao estado grego.
Pelo meio eleições. Votação fragmentada, os três partidos mais votados são incapazes de formar um governo. Novas eleições dentro de um mês. O partido que parece congregar mais votos é favorável à renegociação dos acordos, algo que os credores não querem nem ouvir falar.

Nestes dias a Alemanha tem uma posição bicefala. Por um lado diz que a zona Euro quer manter a Grécia, por outro lado, o seu ministro das finanças refere que já foi feito um esforço grande por todos e que é tempo do estado Grego cumprir.
No FMI a sua líder refere que tem de se pensar numa hipótese de saída controlada dos gregos da zona Euro.

Os ditos mercados não reagem bem, as bolsas descem, Portugal está em minimos de 16 anos, e instala-se a desonfiança sobre o que pode acontecer a breve prazo. Ninguém pode prever em concreto as consequências da saída de algum estado da zona Euro.
Os gregos revoltam-se com a sua situação, agora fora das ruas, nos bancos. Levantam dinheiro, muito dinheiro:
http://expresso.sapo.pt/cidadaos-gregos-levantam-700-milhoes-num-so-dia=f726388

Esta situação faz-me lembrar a Argentina, no início de século. As filas para levantar dinheiro foram interrompidas com a proibição de o fazer, para não colapsar o sistema.
Os dias que se seguem trarão avanços e recuos, falta saber em que sentido. Pelo meio, é interessante estar atento aos sinais que vão surgindo, e são muitos.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Está a ficar interessante esta "guerra na distribuição"

Há uns anos comprávamos e ponto final. 
Depois vieram os cartões de fidelidade.
Depois os descontos em talão ou cartão. 


Agora chegam as promoções em formato Push Marketing, que lançam o açambarcamento do mercado e que, essencialmente, geram enorme liquidez ao promotor, que a aproveita para se financiar de graça, tendo em conta que paga a 30, 60 ou 90 dias.

O Pingo Doce iniciou as hostilidades, anunciou ontem uma nova promoção, que começa amanhã. Já hoje, o Mini Preço antecipou-se e copiou o modelo anunciado pelo seu concorrente.


No meio de tudo isto está o grupo Sonae, refém dos descontos e mini talões que enviou para os seus cliente de cartão. Esse enviou foi feito há duas semanas e condiciona os próximos dois meses, é algo que não pode ser alterado de um momento para o outro e que torna difícil uma outra promoção extra em simultâneo. Mas ela existirá, estou certo, e terá de ser em grande, sob pena de ser sempre menor que os seus outros concorrentes e, com isso, perder imagem junto do público. Perder o seu posicionamento, no fundo.


Nesta guerrilha instalada ninguém quer ficar a perder e todos buscam uma coisa, liquidez e clientes, pois os que conseguirem ter e aos quais conseguirem encher a despensa, sabem que serão clientes "perdidos", durante um certo período, pela concorrência.


O mercado está ao rubro. É um fenómeno interessante de acompanhar e por agora parece que o consumidor sai a ganhar. Veremos o que nos reservam os próximos dias, pois certamente isto não fica por aqui.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Sinais de esperança?

Um bom post da Helena Garrido, sobre sinais, bons sinais, que os indicadores económicos parecem querer mostrar, assim a Grécia e Espanha não nos arrastem para o abismo.
Também é curiosa a adaptação que os portugueses fizeram, silenciosamente parecem mostrar capacidade de dar a volta, as exportações e os novos mercados de venda de exportadores nacionais são prova disso.
Veremos o que nos trazem os próximos tempos, sendo certo que o desemprego é um problema, social e financeiro, mas essencialmente cultural.
É ler o post, que vale a pena.

O início do fim da recessão

Como se não bastasse a Troika ainda temos o Vaticano!

O título da notícia de há uns dias atrás, em quase todos os jornais, era "Vaticano aceita eliminar dois feriados". Um dos exemplos foi este: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=2502210

Perante isto, questionei-me a mim próprio sobre o seguinte:
- Mas porque raio é que o Estado português (laico pela constituição da República) tem de esperar pelo Vaticano para decidir uma coisa destas?

Bem sei que a razão tem a ver com esse disparate histórico que se chama concordata, mas a segunda questão que se me colocou foi:
- E se o Vaticano não aceitasse eliminar feriados? O que faríamos nós enquanto estado soberano?

Enviamos tropas para o Vaticano para combater a Guarda Suiça e ocupar a Praça São Pedro? Fechávamos as igrejas? Expulsávamos o embaixador da Santa Sé? Ou outro disparate qualquer....?
O que acontecia?
Comprometia o Estado português, através do seu legítimo governo, as suas intenções de redução de feriados porque os senhores padres do Vaticano não queriam?

Não faz sentido! Um estado laico não pode dar-se a este tipo de exposições e constrangimentos, mesmo que muita da sua população se diga católica.
Temos de respeitar as religiões e as crenças, mas não podemos submeter o estado português aos interesses, desejos e caprichos de qualquer uma delas.

terça-feira, 8 de maio de 2012

França como sinónimo de mudança?

Ganhou a esquerda as eleições presidenciais em França. Está tudo, nos media e nos meios políticos mais de esquerda, num alvoroço a tentar fazer desta vitória um sinal para as mudanças que se desejam ao nível dos caminhos de saída da crise, mas não estou certo que seja assim uma situação tão líquida.
É bem verdade que esta austeridade forçada a que estamos votados não nos tem levado a lado nenhum, tem aliás aumentado o desemprego e diminuído a possibilidade de gerar riqueza.
Tem sido uma vitória em toda a linha da Alemanha e da sua chanceler, na verdade os únicos que tem ganho alguma coisa com esta crise, basta ver o crescimento económico que continuam a ter. Bem certo é que os estados tem de passar a gastar menos e mais racionalmente, disso não tenho dúvidas, mas também será necessário que consigam passar para as pessoas e para as empresas alguma esperança, gerando apoios de algum tipo ao aumento da actividade económica e, com isso, a diminuição do deemprego e de algumas das dificuldades das pessoas.
Holland diz agora que vai cumprir as suas promessas, espero que possa ter alguma força face ao seu vizinho alemão, mas não será com medidas de conratar uns milhares de professores ou de reduzir a idade da reforma, medidas populistas deste género podem ter dado a vitória, mas não darão certamente futuro algum ao estado francês.

Carneiradas e Descontos

Muito se tem falado deste caso.
Não coloco em causa a legitimidade da cadeia fazer discontos desta dimensão. Tal como escrevi antes, desde que não venda abaixo do preço de custo, essa é uma decisão da marca (mesmo que eventualmente os tramados sejam os produtores).

Também não coloco em causa a vontade das pessoas quererem ter um desconto grande, muito embora este sentimento de "varrimento" e de loucura com as compras me faça particular confusão, mais ainda ter acontecido deste modo e ter motivado uma corrida destas.

O que realmente me faz confusão é o seguinte:
Baseando no que se conta no PD das Paivas, durante a manhã estavam umas 400 ou 500 pessoas na loja, a encherem aquilo.  Havia 9 senhoras nas 9 caixas e apenas um segurança privado e um polícia. Nessa altura o gerente sentiu-se incapaz de controlar a situação e algumas desavenças levaram-no a chamar a polícia.
O que me causa impressão é pensar que estamos mesmo feitos uma carneirada das grandes.... então 400 ou 500 pessoas numa loja, perante 9 funcionárias, 1 polícia e 1 segurança ficam 4h na fila da caixa para pagar?

Então não saem dali, passando pelas caixas calmamente com os carrinhos de compras e não pagando, levando a que a cadeira repense situações destas que, sendo possíveis em concorrência, colocam as autoridades e o regular funcionamento do mercado em sobressalto?
Quem impedia 400 ou 500 pessoas de limparem aquilo e sair à vontade? As 9 funcionárias? 1 segurança? O polícia? Esses, coitados, fugiam para não serem atropelados pela multidão.


Quem diz aqui nas Paivas, diz em todo o lado.
Não quero com isto incitar a qualquer espécie de desordem, mas que é anormal esta apatia, isso é.
A malta está tão carneira que o máximo que fez foi comer umas batatas fritas, uns snacks e uns iogurtes líquidos.... enquanto esperava para pagar!


Sinais (dos tempos)



terça-feira, 1 de maio de 2012

Pingo Doce afinal tem promoções ? E são generosas, no 1ºde Maio.

O tal supermercado "que não faz promoções, nem tem cartões", pornograficamente faz uma "rebaja" de 50% em dia feriado, dia 1 de Maio, no sentido de justificar economicamente o sentido de estar aberto. 
Ou seja, oferece 50% de desconto em compras a partir de 100€
O que acontece?
Isto: http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=2450556


Claro que as pessoas aproveitam e como funcionamos em manada acabam até a ser multados e a agredirem-se. Embora seja só uma promoção, mesmo que mais generosa do que o habitual.
Acresce a isto o desconto. Quem o paga? O produtor? É dumping?
Este dia do Pingo Doce fez-me lembrar o jornal SOL que no início se gabava de "não fazer promoções nem oferecer brindes".
Depois, um dia, vieram os números baixos e acabou-se o moral. Vieram as promoções e vieram os brindes


Não há autoridades que vigiem estas promoções, quem as paga e como funcionam? Se me disserem que o Pingo Doce tem 60% de margem de lucro e abdica de 50%.... então tudo ok, mas não creio que seja isso que acontece nos dias de hoje, por isso ou estão a vender com perda de preço de compra ou então estão a passar parte do desconto para os fornecedores.


Não ligo a feriados e até trabalho em vários deles, o meu tipo de trabalho assim me obriga, mas esta "promoção fantástica" em dia feriado, onde tradicionalmente estas superfícies estão fechadas, é -no meu ver- um aproveitamento que explora a fragilidade actual das pessoas, especialmente ao nível económico.


foto de André Santos. Tirada hoje em Linda a Velha

sábado, 21 de abril de 2012

A famosa Lei Autárquica

É um tema actual, especialmente para quem vive o poder local com alguma intensidade e interesse.
O PSD e o CDS resolveram avançar com aquilo a que chamam de reforma administrativa e, consequência disso, está em marcha um processo que visa reduzir em grande percentagem as freguesias existentes. É, no entanto, uma operação matemática e não uma reforma administrativa séria, pensada, discutida com as populações, com os técnicos e com os autarcas. É uma decisão imposta e não vai acabar bem.

Começa logo pelo início. Chamar Reforma administrativa é, em si mesmo, um erro, pois na verdade o processo actual deriva de uma lei. Para ser uma Reforma Adminstrativa teria de haver discussão, adequação da reforma às condições e características de cada municipio, entre outros factores. O que se está a preparar é um mero corte matemático, com base em meia dúzia de critérios discutíveis.

Diz o PSD e o CDS que o que se está a passar deriva dos acordos com a troika que o PS também assinou e que agora está a renegar ou a romper. Evidentemente que o PS assinou o acordo com a Troika, mas não era isto que vinha espelhado no acordo. Vinha sim o seguinte:
- deve haver uma redução do número de autarquias, desde que cumpra três objectivos:
a) redução global de despesa;
b) tornar o sistema autárquico mais eficaz;
c)  melhorar a prestação de serviços à população;

Ora esta lei, segundo o governo, emanada do Livro Verde constituído para o assunto, não vai resultar em nada disto. Vai de facto reduzir autarquias (note-se que se fala apenas em freguesias.... serão o "elo mais fraco"?), mas não vai reduzir a despesa global, pois as freguesias apenas represetam 0,2% da despesa púbica.
Tornar o sistema mais eficaz e melhorar os serviços prestados carecem de grande dúvida, pois há muita gente que vai ver afastado de si o ponto de contacto com o estado que ainda restava, algo que será muito mais notado no interior do que no litoral.

Diz agora o governo que, se as autarquias -através das Assembleias Municipais- apresentarem o seu próprio processo de reorganização administrativa vão ter uma bonificação de 20% (!!) Este é o ponto "marroquino" desta Lei. Ou seja, o corte é para metade mas, se disserem quaquer coizita a comissão técnica permite uma bonificação de 20% sobre o corte de 50%.
Se isto fosse um bazar em Marrocos ainda se compreendia esta negociação, assim dá ideia de ser uma "cenoura que se coloca à frente do burro" para o convencer a andar. Lamentável, na minha opinião.

Em resumo, este é um processo que ainda vai dar muitas voltas e que é conduzido apenas para mostrar trabalho para fora. O governo vai poder dizer "reduzimos 50% das autarquias", não vai é conseguir dizer, com o mesmo vigor, o que isso representa em termos de despesa pública, pois é baixo o suficiente para não fazer grande diferença.
A juntar a isto ainda ganha o descontentamento das populações, por isso mesmo acredito que esta lei será o início do fim do actual governo.

Não contesto que hajam freguesias a mais (só Barcelos tem mais de 80..), o que contesto é a forma como todo este processo é conduzido e decidido.
O PS votou contra esta lei e, na minha opinião, fez muito bem.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Carta Aberta ao BES

Na passada 2ªfeira recebi na minha caixa de correio um mail do BES, que tinha o seguinte conteúdo (clique na imagem para aumentar).

Indignado com o teor da mensagem e com a forma/timing do mesmo, escrevi hoje mesmo a seguinte carta ao BES.

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Exmos.Srs. Do Banco Espirito Santo

Venho por este meio informar que recepcionei o vosso mail de 16 de Abril de 2012, onde -com a generosidade que vos é habitual- me proporcionam um Crédito Individual Pré-Aprovado no valor de 30 mil euros.
Fico muito sensibilizado com esta “generosa oferta que me permite tirar projetos da gaveta”, aliás fico especialmente sensibilizado por descobrir que 14 anos de ligação com a vossa instituição me permitem receber estes mails e estes créditos fantásticos, com um fabuloso spread de 9,25%

Manda-me a boa educação responder às cartas que me enviam e, deste modo, sou a declinar o crédito proposto, sugerindo que o metam na gaveta, embora o meu lado mais bairrista e amorense me desejasse verdadeiramente mandar-vos meter esta oferta noutro sítio.

Permitam-me no entanto dizer-vos que (embora compreenda que o vosso negócio é vender dinheiro com lucros excepcionalmente altos) considero este vosso e-mail um insulto, nomeadamente por três razões:

  1. nos tempos que correm, com as dificuldades sentidas por todos os cidadãos, enviar um mail oferecendo um crédito pessoal com um spread de quase 10% é de uma falta de respeito total. Pelo menos na minha opinião.
    Será que não aprenderam nada com a crise actual, onde “ofertas generosas” deste tipo levaram as pessoas a comprar o que precisavam, sonhavam e etc, mas que na verdade não podiam pagar?
  2. Sendo eu um cliente com 14 anos de ligação convosco, cumpridor, tendo actualmente apenas um crédito habitação, aplicações diversas e um saldo médio simpático, percebo agora que isso é absolutamente indiferente para vós, pois o melhor que têm para me oferecer é uma Euribor a 3 meses e um spread de quase 10%
    Tendo em conta que a Euribor a 3meses está hoje nos 0,75% considero que o spread “oferecido” roça o patético, embora outros adjectivos me ocorram, que seriam menos próprios.
  3. esta vossa acção comercial já não é nova. Já no passado, no mesmo período em que o ex-Presidente Dr.Jorge Sampaio alertava para o excesso de endividamento, o Bes enviou-me várias cartas com cheques e créditos pré-aprovados. A nenhuma delas acedi e a partir da primeira pedi ao gestor 360º que cessassem com estes envios.
    O vosso marketing neste aspecto é tão agressivo que numa dessas cartas tiveram o abuso de enviar um chocolate para “adoçar os meus sonhos” enquanto escolhia se queria aproveitar o vosso generoso cheque num carro, numa viagem ou num sistema hi-fi qualquer.
Não posso no entanto deixar de ver que no vosso mail referem que sou um “cliente especial”, algo que me perturba pois se a vossa melhor oferta para “clientes especiais” é de 10% de spread, imagino o que não será proposto a um cliente “menos especial”.

Sendo assim, peço-vos mais uma vez o seguinte:
    Deixem por favor de me enviar estas cartas e mails com ofertas generosas. Retirem-me sem mais demoras da vossa mail list deste tipo de publicidade / vendas.
    Dispenso-as totalmente, considero-as pessoalmente um insulto, tanto na forma como no conteúdo.
    Se um dia precisar de um crédito serão contactados, assim como outras instituições, optando eu pela melhor oferta, visto não ter nenhum acordo de exclusividade convosco;
É este o meu pedido expresso, que peço que respeitem. Caso não o façam e insistam em enviar estas simpáticas “ofertas” terei de ponderar a manutenção da minha ligação comercial convosco.

Com as mais cordiais saudações, subscrevo-me

Nelson Filipe Patriarca
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quarta-feira, 11 de abril de 2012

tmn muda o seu slogan de comunicação

No início, quando os telemóveis começaram a chegar às mãos das pessoas, a TMN mostrava-se como "mais perto do que é importante!". Um slogan que remetia para um aproximar das pessoas, de reduzir distâncias. Foi muito funcional e a expressão marcou o seu tempo

Depois mudou. Há uns anos que a TMN comunica com "até já".

Pois parece que isto vai mudar, o "até já" vai dar lugar ao "vamos lá" e a campanha parece ter uma associação ao futebol, nomeadamente com a selecção Nacional e o Euro2012 que se aproxima.
Já há mupis na rua com alguns "anónimos" e o "vamos lá" está presente a fechar cada uma das mensagens.

O "até já",quando surgiu foi uma ideia brilhante, pois passava para o lado da comunicação e da associação a uma marca, uma expressão que qualquer um de nós dizia normalmente, nomeadamente no fim de uma conversa.

Agora o "vamos lá" parece querer dar algum dinamismo  à mensagem, tem -a meu ver- uma conotação de força, de vontade, de desejo de não ficar quieto. Tudo factores que ajudam a dinamizar a marca, que parece não querer "dormir" à sombra da liderança de mercado, imprimindo a si mesma, através da comunicação, um dinamismo e uma vontade de ir mais além.
O tempo dirá do sucesso deste slogan, mas numa primeira impressão parece-me positivo.